Agricultura digital: o caminho para a sustentabilidade

Agricultura digital: o caminho para a sustentabilidade
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A sustentabilidade é o caminho para um agro que precisará alimentar cada vez mais pessoas, preservando o meio ambiente, garantindo qualidade de vida e assegurando, é claro, a produtividade do agricultor. Quando o assunto é sustentabilidade, é importante notar que ela tem três dimensões: econômica, ambiental e social. A agricultura digital é o caminho para que o produtor rural possa atender a essas demandas em um cenário no qual as atenções se voltam para a segurança alimentar.

Leonardo Luvezuti, Head of Business da Perfect Flight, ilustra o que a sustentabilidade significa no campo, para o produtor. Segundo ele, na prática, a agricultura digital evita perdas e desperdícios: “o produtor já comprou todos os ingredientes para produzir o bolo. A questão é: como vamos ajudá-lo para que, no final, ele extraia o máximo do insumo, da semente, da tecnologia?”, explicou Luvezuti em palestra realizada no Digital Talks, o evento online promovido pela Syngenta Digital

Nesse texto, você descobrirá como a agricultura digital contribui para a sustentabilidade nas mais diversas dimensões. Confira o texto para entender:

Agricultura digital e meio ambiente

Em resumo, a agricultura digital permite que o produtor tome decisões precisas baseadas em dados confiáveis. No campo, fazer boas escolhas significa desperdiçar menos. Trata-se de um uso e consumo consciente de insumos.

Quando o assunto é a aplicação consciente de defensivos agrícolas, o produtor pode se beneficiar da integração do Cropwise Protector, ferramenta da Syngenta Digital de monitoramento de ponta a ponta e gestão da operação, com a Perfect Flight, o sistema para análise de pulverizações áereas. “A gente conseguia, através do trabalho do Protector, mapear todas as áreas, ver se o talhão estava realmente com problemas. Com o mapa de calor, a gente começou uma sinergia de fazer aplicações localizadas. Economia de produto, mas manutenção da eficiência”, resume Kriss Corso, o fundador da Perfect Flight.

Sustentabilidade econômica e social

Para Leonardo Luvezuti, a agricultura digital, o agro 4.0, é democrático e não gera valor apenas para as grandes companhias agrícolas. O resultado é de ganhos até para o pequeno produtor rural: “A partir do momento que um pequeno agricultor tira uma foto da praga e manda pro consultor para identificar qual é a praga. Não precisa esperar ter tudo o que tem no mercado, com um smartphone você tira fotos, grava rotas, identifica pragas”, reforça.

Corso, que também é diretor do Grupo JCN, explica que o trabalho realizado pelas empresas de tecnologia não é positivo apenas para o produtor, mas para a sociedade de um modo geral.  Evitando sobreposições de aplicações e protegendo as áreas que não devem receber os produtos, ganham todos. “Impacta toda a cadeia. O produtor, a empresa e a empresa aeroagrícola. Quem ganha é o social, as comunidades. Tô produzindo mais, com menos e com respeito”, conclui o fundador.

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